domingo, maio 26, 2013

Eu não sou essa pessoa que demonstra afeto gratuitamente. Só não sou. As pessoas ao meu redor já se acostumaram com isso. Quando o faço costuma ser meio escondido, talvez um bilhete enfiado na mochila da pessoa sem ela perceber, ou uma frase solta nas anotações dela, ou algo escrito no papel que fiz um origami. Mas é essa agonia pra saber se a pessoa já viu ou não. Normalmente me falam quando encontram, mas muitas vezes jogam fora sem ver o que é e eu fico sem saber se leu ou não.
Dessa vez acho que simplesmente não vão achar o bilhete por que coloquei num lugar que ninguém volta pra olhar (não, não é uma metáfora). Bem, fica aqui o meu apelo e a torcida para que um dia você ache e, sei lá, lembre de mim, talvez, mesmo que você esteja velho e emprestando o livro para seu filho. :)

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