Sexta-feira, Maio 27, 2011

Pra dizer que não morri

Sabe quando você não quer falar pra/com ninguém mas quer mostrar pro mundo que não tá bem? Ridículo, né? Sinto-me uma pirralha mimada quando isso acontece.
No momento, esta sou eu me segurando para não gritar em todas as redes sociais existentes que não, não tá tudo bem e eu não sei o motivo. Na verdade, eu acho que até sei, mas também é ridículo demais pra eu conseguir admitir.
Não sei se quero opiniões, se quero ouvidos dispostos a ouvir ou se quero três tapas na cara e um 'TOMA VERGONHA, ORAS!". Apesar de achar que a última opção será bem mais efetiva.
O que eu sei mesmo é que preciso dormir. Nessas situações o que me faz melhorar é isso, dormir. É uma solução momentânea, mas melhor do que nada. Nem afim de dormir eu to.
Quero ficar aqui, curtindo minha fossa e reclamando da vida mentalmente.


Sei que meus desabafos são terríveis, inconclusivos e bestas, mas eles, de certa forma me ajudam. Espero que entenda.

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Ah, o StereoMood é ótimo pra quem curte uma fossa. Na verdade, é uma boa pra pessoas que ouvem música de acordo com o humor do dia. Dá uma olhada só.

Quinta-feira, Janeiro 13, 2011

Da série Medos Bizarros...

Lembra desse post aqui? Pois é. Esses dias passei por uma situação bem parecida que além de ser ridícula é embaraçosa mesmo que ninguém esteja vendo (nem eu entendi por que eu to dividindo essa história com vocês mesmo assim).

Esses dias uma barata apareceu aqui em casa, mais precisamente na cozinha. Não sei se a barata era lerda mesmo ou ela estava se fazendo de besta, por que foi bem fácil matá-la. Fato estranho, pois nós, matadores oficiais de baratas, sabemos que elas costumam ser bem espertinhas se escondendo atrás dos móveis mais imóveis da casa e aparecendo sempre no melhor momento: o momento que você está descalço. De qualquer forma, aqui em casa as pessoas tem mania de matar baratas, jogar no vaso e dar descarga (na casa de pessoas normais, o vaso é o cemitério dos peixinhos dourados, na minha casa é o cemitério de infinitas baratas) atitude que eu não recomendo para o mundo, por que os zero 1234133 leitores desse blog super badalado poderiam me denunciar para o Greenpeace alegando que eu mato baratas E gasto a água do mundo pois não sinto-me satisfeita em dar uma chinelada na coitada, ela deve morrer afogada também.
Após ter seguido o ritual de família, fui utilizar o vaso sanitário. E todo mundo nessa situação tem seu momento de reflexão... "Será que a barata tinha se entregado tramando uma futura vingança? Será que ela pode achar o caminho de volta para o vaso, se vingar de mim sabendo que eu estou numa situação um tanto vulnerável? Será que o esgoto criou uma mutação nela fazendo com que ela criasse dentes para poder se deliciar com meus órgãos? Será que se eu levantar daqui nesse momento e olhar para o vaso ela pulará em meu rosto e travaremos uma batalha sanguenta na qual apenas um será o vencedor? Oh God! Vou é dar descarga mais umas duas vezes e sair logo desse banheiro!"
Talvez eu tenha dado descarga mais que duas vezes... É, é bem provável... Mas, por favor, não conta pro Greenpeace.

Domingo, Agosto 22, 2010

Reflexões...

Estou muito tempo sem vir aqui, né? Uns três meses mais ou menos. Já pensei em tanta coisa pra escrever, já comecei a escrever tanta coisa e desisti. Mas enfim, sem mais reclamações, vamos ao que interessa.

Há uns tempos atrás reparei algo estranho na minha família. Aqui as pessoas se gostam, são agradáveis e tudo se resolve na conversa (incluo aqui meus primos, meus tios e avós maternos). O estranho foi quando passei o ano novo com meus tio-avós, sempre reparei que eles eram diferentes, não trocavam muitos carinhos -ou nunca trocavam carinhos-, muito menos se dirigiam um ao outro com delicadeza, mas nesse ano novo pra mim ficou mais evidente. Provavelmente pelo fato de eu ter passado um tempo maior com eles sem meus pais. Voltando para minha casa surgiu o assunto no carro e perguntei à minha mãe o por quê deles serem assim, tão repulsivos entre si. Ela respondeu algo como: "Eles não se gostam, se aturam".
Fiquei com aquilo na cabeça por muito tempo. Como podem duas pessoas viverem juntas por quase cinquenta anos -ou mais que cinquenta, não sei- se aturando? Entendo que a teoria do felizes para sempre é muito falha, mas como criar uma família com uma pessoa que você nem gosta? Namorar já é difícil, imagine casar. Eu não aguentaria, prefiro ficar velha vivendo com meus 30 gatos e morrer solteira a isso (estou cuspindo pro alto?).
Enfim, isso me fez refletir. Quantas pessoas no mundo são assim? Não posso dizer que são infelizes, mas será que são felizes? Se é que vocês me entendem. É difícil encontrar alguém que te complete ou que pareça muito contigo, mas desistir não é a melhor opção. E bem, se não quer mais procurar, deixe o seu companheiro viver, deixe que ele faça a escolha dele.
Ainda estou meio encucada com isso, se bem que Allan Kardec explica... Mas não vamos entrar nesse assunto aqui, né? Fica pra próxima.

Quinta-feira, Maio 27, 2010

Remar...

"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...). Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia (...). Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar".

(Caio Fernando Abreu)


Só por que eu adorei o texto.

Segunda-feira, Maio 24, 2010

Enfim, formada!

Há dois dias atrás ocorreu a minha colação de grau. Preciso nem dizer que foi ótima, né? Agora sim posso falar que estou definitivamente formada! Nunca me imaginei nessa situação, sinceramente. Ser formanda do ensino médio pra mim há alguns anos atrás é como hoje me parecer ser se formar em engenharia: impossível. Porém sábado percebi que as coisas não são tão impossíveis assim.
Sexta-feira e sábado ficaram marcados pela nostalgia. Um sentimento incrível que apesar da tristeza que vem junto, gosto de senti-lo. Foram os dois dias que eu mais pensei no CEFET. Na sexta por que eu tinha que fazer o discurso e no sábado por que foi O dia. Pensei em tantas coisas... Desde o primeiro dia de aula até como será daqui pra frente. 2010 ainda tá tranquilo, eu ainda tenho vínculo com o CEFET, ainda vou lá e vejo grande parte dos meus amigos e ex-professores, mas e o ano que vem? É difícil imaginar sem deixar que as lágrimas rolem.
Já chorei muito no sábado. Chorei quando terminei meu discurso, chorei quando o Marcelo, nosso paraninfo, fez o discurso dele, chorei quando a Thiengo homenageou o André, chorei quando abracei o Marcelo e realizei que nunca mais teria aquela aula de matemática, chorei abrançando a Talita também, chorei quando percebi que não falei o que eu queria ter falado para um outro professor querido, enfim, já chorei o que tinha que chorar e um pouco mais. Acho que chega. Agora só daqui a alguns dias uns anos quando eu parar pra pensar no CEFET denovo.
É incrível como aquela escola cria um vínculo irreparável com o aluno. Talvez por que passamos muito tempo nela, talvez por que ela nos modifica tanto em tão pouco tempo, talvez pelas pessoas que a compõem, talvez por tudo isso reunido. Sei lá. Só sei que é algo inigualável e indiscutível. Todos que saem dela sentem a mesma coisa. Espero que isso perpetue pelas próximas gerações. É isso que nos torna cefetianos.
Bem, vida que segue, né? Mais um etapa cumprida e, modéstia à parte, com louvor. Agora a gente faz o possível para continuar nos falando e nos vendo. Quem sabe um reencontro anual? Acho digno. Sim, todos sabem que não será a mesma coisa, mas a vida é assim. Precisamos de coisas novas, pessoas novas. Boa sorte para nós daqui pra frente! o/


Aah, no final, assistindo o vídeo percebi que meu dirscurso não ficou tão ruim assim. Vejam aí, (denovo, pra quem foi) e digam o que acharam, por favor.




Sexta-feira, Maio 07, 2010

Um dia eu aprendo

Sempre que começo a escrever aqui me sinto idiota. Isso não era pra ser o MEU blog? Aquele lugar que EU escrevo o que EU quiser e no momento que EU quiser independente do que as pessoas possam pensar ou não de mim? o.O

Freud explica.

Quinta-feira, Março 04, 2010

Colação de grau TENSA

Ontem fizemos uma reunião com a turma sobre a colação de grau que ainda não ocorreu. Decidimos quem vai ser paraninfo, patrono, homenageado e ORADOR. Aí tá o problema. EU vou ser a oradora. Minha ficha caiu nesse momento. Um dia e algumas horas depois. Sempre fui péssima em apresentar trabalho, odeio falar em público, não sei escrever e... Por que eu concordei com isso? o.O
Não quero desistir, mas acho que no dia vou entrar em pânico.

Só queria dividir minha tensão com vocês, por que isso really freaked me out !

Quem quiser ir, vai ser no CEFET Maracanã, de manhã e ACHO, que dia 20/03. Quando confirmarem aviso aqui (Y)

Sexta-feira, Fevereiro 26, 2010

P-A-S-S-E-I!

"A UFF lhe dá PARABÉNS pela sua classificação e conta com você em nosso corpo discente a partir desse ano!!!"

PODE CONTAR ! :D
Sério, muuuito feliz! Terça feira tô eu lá fazendo a matrícula!

Engenharia de Telecom UFF 2010.2 *-*

Terça-feira, Fevereiro 23, 2010

Ansiedade

Hoje sai a lista de reclassificados da UFF. Acho que posso até parar de escrever, a primeira frase disse tudo. Estou MUITO ansiosa. São 90 vagas, eu sou a 105ª. O resultado sairá às 14h de hoje. TENSO. Eu sei que se eu não passar não será um grande problema mas, convenhamos, passar seria muito mais legal.
Meus pais não estão muito empolgados com a possibilidade de eu entrar pra faculdade agora. Até os entendo. A UFF é em Niterói, eu moro em Mesquita. São quase duas horas de ônibus (contando com os engarrafamentos e tal) e outra, tenho 16 anos. Eu também estaria preocupada se eu fosse minha mãe ou meu pai. Mas estudar Engenharia de Telecom na UFF já é um ~sonho~ de três anos. Quando vi que há a possibilidade de se ~realizar~ eu me empolguei e to até agora.
Esse é o tipo de informação que muda o rumo de uma pessoa. Eu já tenho planejado o que será de meu ano se eu passar e se eu não passar. To tentando não esperar muito dessa reclassificação, mas tá difícil me conter. Bem, agora é esperar. Faltam 30 min pra lista sair. Quando sair eu dou um update aqui :D
Deseje-me sorte ;)

UPDATING:

Bem, olhando pelo lado bom, agora sou a segunda da segunda reclassificação que sairá dia primeiro de Março. Entraram 13 em telecom. Eu sou a 15ª. Mas tudo bem. Já aceitei que eu só entro em concursos públicos se for na reclassificação e se for na segunda, claro. Pro CEFET foi a mesma coisa. Sou uma negação mesmo! opkaspokpaosk Já aceitei e superei.
Ansiosa em dobro pro dia primeiro de março. Começo das aulas e resultado da segunda reclassificação. Cruzem seus dedos por mim *-*

Eu queria me confessar

Tenho vergonha do que meu blog era até maio de 2007. prontofalei.

Ah, novidade! Tirei o haloscan do blog. Esses sites que acham que são fodões demais e começam a cobrar pra serem usados me estressa. E eu nem gostava tanto do haloscan mesmo. O único problema é que perdi muitos (quase todos) comentários, mas eu supero. Espero que vocês também (como se fosse fazer muita diferença em suas vidas).

Outro dia comento sobre minhas férias ;)